{"id":3484,"date":"2024-10-23T17:36:23","date_gmt":"2024-10-23T20:36:23","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/?p=3484"},"modified":"2024-10-23T17:40:16","modified_gmt":"2024-10-23T20:40:16","slug":"balneario-de-castelhanos-um-pequeno-paraiso-capixaba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/index.php\/2024\/10\/23\/balneario-de-castelhanos-um-pequeno-paraiso-capixaba\/","title":{"rendered":"Balne\u00e1rio de Castelhanos: um pequeno para\u00edso capixaba"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"3484\" class=\"elementor elementor-3484\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d644aca e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"d644aca\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-eefae42 e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"eefae42\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-dd48dfc elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"dd48dfc\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h3 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Balne\u00e1rio de Castelhanos: um pequeno para\u00edso capixaba<\/h3>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-06c1a75 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"06c1a75\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Aposentando-me em 2009, buscava um lugar para me mudar com minha esposa Edite, pois Belo Horizonte crescia cada vez mais, tornando-se uma metr\u00f3pole com todos os problemas urbanos que isso traz. Indicaram-me ent\u00e3o a praia capixaba chamada Castelhanos, da qual nunca ouvira falar. Fomos conhece-la em julho daquele ano e l\u00e1 chegamos ao meio-dia. Procuramos a Paula, corretora de im\u00f3veis que nos fora indicada, e vimos alguns im\u00f3veis, sem qualquer atrativo. J\u00e1 desistindo, fomos conhecer a \u00faltima casa, que depois fiquei sabendo ser da fam\u00edlia de uma ex-aluna minha, em BH. Gostamos muito, e no final da tarde j\u00e1 \u00e9ramos os seus novos propriet\u00e1rios. Nos cinco meses seguintes realizamos uma reforma radical no im\u00f3vel para, em 29 de dezembro daquele ano, mudarmos definitivamente para ele. Nas semanas seguintes, passei a explorar toda a extens\u00e3o daquela comunidade, que \u00e9 um bairro a 4 km do centro de Anchieta, sede do munic\u00edpio. At\u00e9 hoje, treze anos passados, ainda continuo descobrindo v\u00e1rios lugares pitorescos, em minhas caminhadas matinais, quase di\u00e1rias, percorrendo em m\u00e9dia 5 km., sempre seguindo novos roteiros. Descobri que n\u00e3o existia somente a praia maior, que d\u00e1 nome ao bairro, tendo pouco mais de 1 km de extens\u00e3o. Existem outras praias que, por terem muitos recifes, s\u00e3o pouco frequentadas e conhecidas. Todavia possuem muitos encantos, com pequenas \u00e1reas sem recifes, onde se pode banhar.\u00a0<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-813aaf7 e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"813aaf7\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e14cd89 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"e14cd89\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"600\" src=\"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Dois-quilometros-de-extensao-cercada-por-uma-vegetacao-natural-de-restinga-com-aguas-bem-tranquilas.jpg\" class=\"attachment-large size-large wp-image-3485\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Dois-quilometros-de-extensao-cercada-por-uma-vegetacao-natural-de-restinga-com-aguas-bem-tranquilas.jpg 800w, https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Dois-quilometros-de-extensao-cercada-por-uma-vegetacao-natural-de-restinga-com-aguas-bem-tranquilas-500x375.jpg 500w, https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Dois-quilometros-de-extensao-cercada-por-uma-vegetacao-natural-de-restinga-com-aguas-bem-tranquilas-300x225.jpg 300w, https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Dois-quilometros-de-extensao-cercada-por-uma-vegetacao-natural-de-restinga-com-aguas-bem-tranquilas-768x576.jpg 768w, https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Dois-quilometros-de-extensao-cercada-por-uma-vegetacao-natural-de-restinga-com-aguas-bem-tranquilas-100x75.jpg 100w, https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Dois-quilometros-de-extensao-cercada-por-uma-vegetacao-natural-de-restinga-com-aguas-bem-tranquilas-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(max-width:767px) 480px, (max-width:800px) 100vw, 800px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-97170bf e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"97170bf\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-91c11ec elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"91c11ec\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>E tamb\u00e9m razo\u00e1veis extens\u00f5es de areia para se tomar sol, fazer piqueniques, ter sublimes instantes de sil\u00eancio e tranquilidade, propiciando para os que gostam, perfeitas condi\u00e7\u00f5es para ora\u00e7\u00e3o e medita\u00e7\u00e3o. Por isso, resolvi escrever esse pequeno roteiro, bem ilustrado, para que os visitantes, e mesmo os moradores que n\u00e3o as conhecem, desfrutarem de seus encantos. Hoje prefiro chamar nossa comunidade, como outros j\u00e1 o est\u00e3o fazendo, de Balne\u00e1rio de Castelhanos, pois aqui n\u00e3o \u00e9 somente uma praia, mas diversas. O<\/p>\n<p>centro comercial e administrativo fica logo na chegada, pela pista asfaltada que liga a Rodovia do Sol \u00e0 essa comunidade. Virando para o lado esquerdo de quem chega, fica a Capela de N. Sra. do Carmo, nossa padroeira, onde todos os domingos ocorrem celebra\u00e7\u00f5es \u00e0s 19 horas. Tamb\u00e9m desse lado ficam a ag\u00eancia de correio, a quadra esportiva e o col\u00e9gio municipal Alcides Cecon. Continuando nessa dire\u00e7\u00e3o, entra-se na comunidade da Praia de Guanabara, situada ao norte de nosso Balne\u00e1rio. A praia de Guanabara \u00e9 a continuidade da praia de Castelhanos, na dire\u00e7\u00e3o norte, onde antigo naufr\u00e1gio de um navio assim chamado, lhe deu o nome. Se da pista asfaltada, virando-se \u00e0 direita na avenida beira-mar, logo se entra no centro comercial, onde existem v\u00e1rias lojas, a cada dia aumentando seu n\u00famero. Prosseguindo nesta avenida, que tem o nome de Afr\u00e2nio Mundim Pen, fundador de Castelhanos. Ele j\u00e1 havia feito um loteamento na Praia do Morro, em Guarapari, e em 1970 iniciou as obras de urbaniza\u00e7\u00e3o do nosso Balne\u00e1rio, que haviam sido aprovadas no ano anterior. Em 1974, foi constru\u00eddo o Hotel Thanharu, de propriedade da fam\u00edlia do Sr. Jos\u00e9 Olympio Alochio. Tamb\u00e9m foi constru\u00eddo o Hotel Castelhanos, pelo Sr. Moacir Longue, e hoje esses s\u00e3o os dois hot\u00e9is do Balne\u00e1rio, que tamb\u00e9m possui v\u00e1rias pousadas e in\u00fameras casas para loca\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria. Seguindo pela beira-mar, desfruta-se de uma bela paisagem formada pela praia principal, bastante arborizada e com v\u00e1rios quiosques com \u00f3timos servi\u00e7os. Mais \u00e0 frente, terminado o cal\u00e7amento, chega-se no final da Ponta dos Castelhanos, que \u00e9 a pen\u00ednsula onde se situa o Balne\u00e1rio. Virando \u00e0 direita, na \u00faltima rua, segue-se em dire\u00e7\u00e3o a uma charmosa praia, deliciosa para quem gosta de nadar pois o mar ali \u00e9 quase sempre bem tranquilo. \u00c9 a praia \u201cBoca da Baleia\u201d, geralmente pouco frequentada, pois pouco conhecida pelos veranistas, e por n\u00e3o possuir, ainda, uma boa infraestrutura, com quiosques fixos. A estrada de terra segue para Porto Velho, e hoje \u00e9 denominada Avenida Carmen Melotti, terminando no Mirante de Anchieta, na Rodovia do Sol. Nessa, virando-se \u00e0 esquerda, entra-se na sede do munic\u00edpio de Anchieta. Mas, voltando \u00e0 Avenida Carmen Melotti, logo \u00e0 direita est\u00e1 o chamado Po\u00e7o de Anchieta. Ele \u00e9 um dos v\u00e1rios surgidos por milagre de S\u00e3o Jos\u00e9 de Anchieta, que por ali passando em suas andan\u00e7as mission\u00e1rias, com sede, bateu seu bast\u00e3o no ch\u00e3o, fazendo brotar \u00e1gua pur\u00edssima. H\u00e1 quem negue essa origem, contudo, n\u00e3o se pode negar que \u00e9 uma bela hist\u00f3ria, e o local merece uma pequena constru\u00e7\u00e3o para acolher peregrinos que ali quiserem descansar e orar. Continuando pela avenida, no seu lado esquerdo existem v\u00e1rias entradas pela mata, dando acesso a pequenas praias separadas por blocos de recifes aren\u00edticos. Como elas n\u00e3o tinham nome resolvi, eu mesmo, denomina-las. Todas ficam pouco vis\u00edveis da avenida, pois est\u00e3o encobertas por restos da mata atl\u00e2ntica. Contudo, seguindo as picadas feitas pelo uso, n\u00e3o h\u00e1 problema algum. A primeira est\u00e1 logo ap\u00f3s a praia Boca da Baleia, com uma entrada mais ampla. Denominei-a \u201cPraia das Borboletas\u201d, pois ali elas est\u00e3o, quase sempre, em quantidade. Nela existem \u00f3timos lugares para se fazer um piquenique. Mais \u00e0 frente, diante do Po\u00e7o de Anchieta, existem duas entradas que levam a uma praia tamb\u00e9m muito agrad\u00e1vel, \u00e0 qual dei o nome de Praia \u201cPo\u00e7o do Padre\u201d, pois raz\u00f5es \u00f3bvias. \u00c9 a mais extensa de todas, naquela regi\u00e3o. Prosseguindo, existem duas novas entradas, que d\u00e3o numa praia \u00e0 qual dei o nome de \u201cPraia do Dinossauro\u201d, pois tem um recife aren\u00edtico cujo formato \u00e9 o de uma perfeita cabe\u00e7a desse animal pr\u00e9-hist\u00f3rico, como se estivesse saindo do mar. Ela pode ser vista da avenida, logo que se penetra em um de suas entradas. Mais \u00e0 frente, onde se inicia uma longa reta na avenida, tendo do lado direito uma ch\u00e1cara bem cuidada, est\u00e1 um morro com duas grandes \u00e1rvores, que chamo de \u201cas \u00e1rvores g\u00eameas\u201d. Elas marcam a entrada, do lado esquerdo, para uma praia bem extensa, por\u00e9m com bastante recifes negros. Mesmo assim, possui bons espa\u00e7os de areia bem limpa e pequenas enseadas onde se pode entrar no mar, cuidando-se ao caminhar, com os recifes submersos. Estando nessa praia, e caminhando para o lado esquerdo, chega-se a uma forma\u00e7\u00e3o de rochas totalmente diferentes, pois ao inv\u00e9s do aspecto granulado dos recifes, parecem folhas de papel superpostas. Nelas \u00e9 poss\u00edvel sentar-se para um piquenique, com uma bela vista do monte Agh\u00e1, de Pi\u00fama. Monte cujo nome n\u00e3o vem da letra H, mas que no idioma dos antigos \u00edndios puris, que ali habitavam, significa \u201clugar de se ver Deus\u201d, pois no alto faziam suas adora\u00e7\u00f5es e preces. A essa praia, dei o nome de \u201cPraia das Folhas de Pedra\u201d, ou \u201cPraia da Medita\u00e7\u00e3o\u201d, pois \u00e9 onde fico um bom tempo nessa pr\u00e1tica. Pena n\u00e3o existirem placas indicando essas praias, e seus nomes. Esses s\u00e3o alguns dos encantos \u201cocultos\u201d de nosso Balne\u00e1rio de Castelhanos.<\/p>\n<p><em>&nbsp;Evaldo D\u00b4Assump\u00e7\u00e3o &#8211; M\u00e9dico, Cirurgi\u00e3o Pl\u00e1stico. Escritor. Biotanat\u00f3logo e Bioeticista &#8211; Membro Em\u00e9rito e Presidente (2006-2008) da Academia Mineira de Medicina; Membro Em\u00e9rito da Sociedade Brasileira de Cirurgia Pl\u00e1stica, do Instituto Mineiro de Hist\u00f3ria da Medicina; da Sociedade Brasileira de M\u00e9dicos Escritores e Academia Campo-belense de Letras; Fundador, Membro e Conselheiro da SOTAMIG \u2013 Sociedade de Tanatologia de MG, Departamento de Tanatologia da Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica de MG; Senior-Member of ADEC \u2013 Association for Death Education and Counseling (EUA); Ex-Professor de \u00c9tica, por concurso, da PUC-MG; Professor-Convidado de Bio\u00e9tica e Biotanatologia da Faculdade de Ci\u00eancias M\u00e9dicas de MG.- APOSENTADO<\/em><\/p>\n<p><b>Mais informa\u00e7\u00f5es sobre o escritor: WhatsApp: (28) 99992-9269 \/ (28) 99915-9101 e e-mail:&nbsp; evaldo.edite@gmail.com<\/b><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Balne\u00e1rio de Castelhanos: um pequeno para\u00edso capixaba Aposentando-me em 2009, buscava um lugar para me mudar com minha esposa Edite, pois Belo Horizonte crescia cada vez<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3485,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3484","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"aioseo_notices":[],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3484","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3484"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3484\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3489,"href":"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3484\/revisions\/3489"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3485"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3484"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3484"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalnossahistoria.com.br\/portal\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3484"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}